O inglês Jenson Button venceu sua quarta
corrida na temporada nesse domingo, ao levar a bandeirada em
primeiro no GP da Espanha, no início do giro pelos circuitos
europeus, vitória que consumou ainda mais a sua grande fase na
equipe Brawn.
Apesar de ter perdido a
primeira posição ainda no início da
prova
para Rubens Barrichello, que largara em terceiro, Button logo
"retomaria as rédeas " da prova mais tarde. Mas logo nos primeiros
momentos da corrida, Alonso fez com que Rosberg saísse da pista. Na
volta, o piloto da Williams tocou em Trulli e momentos depois o
italiano foi atingido por Bourdais e Buemi. Trulli, os pilotos da
Toro Rosso e Sutil ficaram de fora. O Safety Car foi à pista. Com
isso, Kimi Raikonnen, que havia largado bem atrás, avançou para a
décima posição. Pouco depois da retomada da corrida, Kovalainen
teve problemas com a caixa de câmbio e abandonou.
Barrichello estava muito bem
colocado para vencer o GP . Vinha mantendo distância de 1 a 1,5
segundo para Button. Chegada a hora de parar nos pits, Rubinho
ficou pouco tempo no pit em relação aos outros. Dessa forma, o
brasileiro ficara com a opção por três paradas e Button, com uma
estratégia diferente, ao optar por apenas duas visitas ao pit lane.
Ao voltar da sua primeira entrada nos boxes, Barrichello
encontrava-se com vantagem de cerca de seis segundos para o inglês.
A diferença ia crescendo, pois Barrichello era mais rápido que
Button, por estar mais leve. A vantagem chegou a ser de 13 segundos
entre eles e Barrichello precisava de 23( tempo correspondente ao
total de segundos perdidos ao entrar, abastacer e sair do pit) .
Até aí, tudo ia muito bem para o brasileiro, pois imagináva-se que
mantendo esse rítimo, ele atingiria os tais 23 segundos até o fim
da prova. No entanto, ao fazer a segunda parada e usando o segundo
jogo de pneus, ele não conseguiu o mesmo rendimento do primeiro
trecho da prova. Como resultado, a diferença para Button ficou
estável. Enfim, Barrichello vinha lento e a corrida havia ficado
boa para o inglês de novo.
Enquanto isso, Kimi Raikonnen
teve problemas com aceleração de seu carro e saiu da disputa mais
cedo. O pior é que ele não encostou o carro na grama. Deixou a
máquina ao canto direito da pista, em posição perigosa. Felipe
Massa nesse momento era o terceiro colocado. Colado com ele, vinha
Vettel, com a Red Bull. A quinta posição era de Webber e em sexto,
Alonso. Ambos vinham travando boa disputa.
Hamilton fez uma corrida
comedida, sem destaques. O brasileiro Nelson Ângelo Piquet, como
sempre, mero coadjuvante- isso quando ele não vira destaque por
causa de alguma colisão, rodada ou erro de entrada no pit. Na reta
final da corrida, Rubens Barrichello fez sua terceira parada e não
atingiu tempo o bastante para voltar à frente de seu companheiro de
equipe. Se ao menos ele tivesse bons rendimentos com o segundo e
terceiro jogo de pneus (o primeiro jogo de pneus rendeu bem), a
estratégia dele superaria, certamente, o desempenho de Button.
Webber conseguiu ultrapassar Massa e Vettel por meio de trabalho
mais efetivo nos pits.
Devido a erro crasso no
cálculo da quantidade de combustível, o engenheiro de Felipe Massa
dizia a ele pelo rádio que economizasse gasolina. Por isso, Felipe,
em quarto, diminuiu o giro e foi obrigado a ceder posições a Vettel
e Alonso. Essa foi a opção menos ruim para Felipe, uma vez que o
reabastecimento tiraria o piloto da Ferrari da zona de
pontuação.
A prova terminou com
dobradinha da Brawn, e Button na ponta; assim, a diferença dele
para Rubinho sobe para 16 pontos. Webber ficou em terceiro,
trazendo seu companheiro de equipe Vettel em quarto. Alonso com bom
desempenho novamente, diante das limitações da Renault, terminou em
quinto e Felipe em sexto, que por sua vez, quase perdeu a posicão
para o sétimo colocado Heidfeld. Entretanto, a BMW está muito a
quem das expectativas quanto ao seu desempenho. No oitavo lugar,
Rosberg. Dessa corrida pode-se concluir que; das equipes detentoras
de difusores mais avançados desde o início da temporada (Brawn,
Toyota e Williams), só a Brawn vem atingindo resultados de fato.
Também é confirmado o grande momento da Red Bull, a segunda
colocada no mundial de construtores.
Button leva o GP da Espanha escrito em sexta 15 maio 2009 12:09
Polêmicas escrito em sábado 02 maio 2009 04:42
As últimas semanas foram bem corridas e por isso não comentei sobre alguns lances muito polêmicos que devem ter a devida atenção.
Assim sendo, vamos a eles; o segundo jogo da semifinal entre Palmeiras e Santos. Parte final do jogo e Diego Souza vinha perigando para os lados do time da Vila Famosa. Então, Vagner Mancini pôs em jogo Domingos. Assim que ele entrou, foi logo provocar o meia alviverde. Resultado; agressão de Diego Souza a Domingos e expulsão para o palmeirense. Agora vamos aos fatos; meu caro visitante do blog, o Domingos faria o que fez, logo ao pisar no gramado, se fosse por conta própria? Ele realmente teria pensado nisso sozinho? É lógico que o zagueiro santista entrou em campo orientado por alguém (Vagner Mancini) para provocar Diego Souza de todas as formas e forçar sua expulsão. Inteligente foi o treinador santista, ao usar deste artifício para obter benefícios na partida. Não é ético, mas uma ação como essa ganha jogo. Lembram do caso Materazzi na final da Copa 2006, não é? O papo é mais ou menos igual.De fato algo lamentável. Domingos foi, digamos, malandro demais (para não falar algo pior) ao fazer esse tipo de coisa. Diego Souza foi infantil ao cair nas provocações do santista. Quem levou a pior nessa? O Palmeiras, Diego Souza. Se orienta Diego!
A outra semifinal do Paulistinha; Estádio do Morumbi. Ronaldo
apareceu em dois lances capitais e destroçou com o resultado da
peleja. Num dos lances ele viu Jorge Henrique livre pela direita e
lançou com maestria. Alguns toques mais tarde sairia o gol
alvinegro. Lance sensacional do Fenômeno. No segundo tempo, em que
o São Paulo parou de atacar, Ronaldo foi lançado por Christian
(este que até hoje não fora punido pelos gestos ofensivos à torcida
saopaulina). O camisa 9 percorreu um caminho maior que o zagueiro
tricolor Rodrigo e ainda fez o percurso de modo mais rápido se
comparado ao zagueiro. Resultado, segundo gol do timão. Ronaldo,
inapelável. Rodrigo? Perder na corrida pro Gordo do Mano Menezes é
dose... quem sabe um pouco de complexo B não dá uma animada
né Rodrigo?
Num momento determinado do jogo, a superioridade corinthiana era
tão evidente, que os jogadores do Corinthians brincaram de
"bobinho" com a zaga do São Paulo. E só não fizeram gol porque não
quiseram.
A primeira finalíssima do Paulistinha entre Santos e Corinthians, na Vila Belmiro; Ronaldo, sempre ele. De novo. Apesar de não participar muito do jogo, fez dois gols. No primeiro, um balão veio lá de trás. O que seria um lance perdido para muitos, não o foi para Ronaldo. Ele dominou a bola com a maior calma do mundo, pôs no chão e só tocou na saída de Fábio Costa. No segundo gol de Ronaldo no jogo, temos de fazer reverências. O Fenômeno limpou o zagueiro, percebeu o afobado Fábio Costa adiantado (o que ele fazia naquela posição?!) e só tocou por cima, encobrindo o goleiro do peixe. Ah, Fábio Costa também falhou no gol de Chicão, ao não saber quem iria bater a falta (André Santos e Chicão estavam no lance) e ainda foi traído pelo contrapé.
O meu irmão me disse que a diferença do Corinthians para os outros clubes, é que, ao chegar de frente para a meta, Kléber Pereira, Dagoberto, Borges e Washington perderam os mais variados gols. O mesmo não ocorre no Corinthians. Porque lá, o Fenômeno guarda, sempre. Eu estou de pleno acordo com essa análise.
Primeira final do estadual do Rio; Maicosuel vinha pelo flanco direito do campo, findou por driblar de modo desconcertante o ala esquerdo Juan, do Flamengo. Tenta prosseguir a jogada, que seria em direção ao gol, caracterizando uma efetividade no lance. No entanto, é derrubado e ainda é intimidado por Juan. Espera lá. Em que mundo estamos? Será que acabou mesmo a alegria no futebol? O torcedor não pode mais ver dribles mágicos, incríveis, lances de habilidade e inteligência extremas porque alguém como Juan sente-se um intocável, ou afrontado por conta de ser "vítima" de um lance bonito? Esse jogador deveria ter mais compostura e vergonha na cara, isso sim.
Estaduais chegando ao fim... será mesmo? escrito em segunda 27 abril 2009 00:08
Finalmente estamos chegando às decisões dos falidos campeonatos estaduais. Tudo bem, eles são importantes para muitos times pequenos que não conseguem entrar em competições de nível nacional e dependem única e exclusivamente do estadual para exercer suas atividades na temporada. O campeonato estadual também mantém acesa a chama da rivalidade regional, visto que proporciona finais sempre lotadas e emocionantes. Vide exemplo do primeiro jogo da final do Paulistinha entre Santos e Corinthians, vencida pelos corinthianos por 3 a 1; ou a partida do Mineirão, palco da surra do Cruzeiro no Atlético Mineiro por 5 a 0.
Os estaduais também são fortes em outro aspecto: a demissão de treinadores. As vezes o clube pode estar bem na competição disputada paralelamente ao estadual, mas é só perder para o maior rival no campeonato regional que a coisa desanda. O caso mais recente é do Grêmio de Porto Alegre. O tricolor gaúcho vinha fazendo grande campanha na Copa Libertadores, porém Celso Roth caiu depois de perder para o centenário Inter. Perdeu por três vezes.
Como grande parte do que diz respeito aos estaduais não é um esplendor, esses campeonatos mostram-se fracos e ultrapassados. Imaginemos o seguinte; o Campeonato Brasileiro da Série A é fraco, apresenta inúmeras partidas dotadas de marasmo, chatice e falta de técnica. Agora pense no caso dos estaduais, nos quais equipes muito mais acanhadas participam. O nível técnico é mais que desastroso, chega a ser sofrível. O que vemos em campeonatos como o Paulista e o estadual do RJ, por exemplo, são equipes pequenas que sofrem monetariamente falando e contratam jogadores em fase final de carreira, como o caso do agora contundido Amoroso, no Guarani de Campinas, Viola, contratado pelo Resende, Frontini, do Botafogo de Ribeirão Preto e Giovani no Mogi Mirim. Devido a falta de qualidade do futebol regional, do interior, jogadores nesse estágio tem condições de atuar.
Os times pequenos que já foram tradicionais acabam "caindo pelas tabelas", como diria Chico Buarque. Eles agonizam sobretudo pela falta de recursos e má administração dos cartolas. Para substituí-los, pipocam "times de prefeitura" ou de empresários. Temos alguns exemplos: equipes como a Internacional de Limeira, o Olaria, América- RJ, Guarani e Ferroviária agora cedem espaço para Barueri, Santo André, Tigres do Brasil e São Caetano. Estes são clubes sem torcida que figuram nos campeonatos estaduais do Rio e de SP. No caso dos empresários, os próprios montam suas equipes de futebol e eles mesmos investem dinheiro e gerenciam o balanço das finanças mensais do clube, em vez de preferirem colocar seu dinheiro em clubes pequenos que deixaram sua tradição no passado. Claro, pois os empresários não são bobos; eles sabem que o seu precioso investimento não será bem cuidado pelos dirigentes desses clubes. Esse é especificamente o caso do Tigres do Brasil. Alguém já tinha ouvido falar desse glorioso clube, hein?!
A manutenção dos estaduais interessa demais aos dirigentes das federações. Com essas competições, há a continuidade do poder desses cartolas. Ou você leitor, pensa que esses campeonatos são mantidos apenas para proporcionar o mínimo de atividade por ano aos clubes pequenos? Claro que não. A Federação Paulista de Futebol teve uma grande sacada. A entidade lançou, há alguns anos, a Copa Federação Paulista, atual Copa Paulista. Essa competição é uma alternativa ao campeonato estadual, pois mantém em atividade os mais variados clubes pequenos do estado.
E aí, torcedor? Colocando os prós e os contras, os estaduais devem continuar a existir? Ou o retorno das copas regionais (Rio- SP, Copa Sul- Minas e outras) seria uma boa pedida? O blog gosta muito da segunda pergunta e mais ainda de uma resposta positiva a ela!
ESPN, informação é o esporte deles! escrito em quinta 23 abril 2009 23:50
Nesses sete meses de blog, as minhas experiências pessoais quase sempre ficaram em segundo plano; os bastidores da busca pela notícia ou detalhes do meu cotidiano privado não eram relatados. Nunca havia relatado mesmo. Até agora. Pois a situação que descreverei a seguir, abre espaço para uma merecida exceção.
Como muitos sabem, o Corinthians veio à Campo Grande jogar com o Misto de Três Lagoas pela Copa do Brasil. Fui ao treino da equipe paulista, fiz duas perguntas para o treinador Mano Menezes, vi os jogadores de perto e fui ao jogo. Até nesse ponto, tudo normal. A adrenalina mesmo aumentou quando eu me deparei com dois grandes profissionais do jornalismo esportivo. E eles integram uma parte do que tem de melhor da mídia de esportes. Após um bate papo e uma parada para registrar o momento por meio de uma fotografia, João Palomino e Paulo Vinícius Coelho, ambos da ESPN, despediram-se de mim. Porém, as emoções não pararam por aí. Ainda teria mais.
Na segunda feira passada, eu estava vendo mais um Linha de Passe, como de praxe. O programa estava entrando na reta final e eu me lembrei de mandar um e-mail para o programa, na esperança de ser atendido. Já leram e-mails meus na ESPN algumas vezes, mas nenhum tão significativo como esse. Querem saber a cerca do conteúdo dele? Pois então confiram o vídeo:
A segunda do alemão e minha também! escrito em terça 21 abril 2009 23:59
A última corrida de F1, acontecida no domingo passado, na China, nos trouxe algumas conclusões; uma delas é que o fim de semana foi todo da Red Bull, com a dobradinha de Vettel e Webber. O alemão Sebastian Vettel alcançou firme, de ponta a ponta, a bandeirada na primeira posição. Foi a segunda vitória na carreira desse profissional. Ele tem só 21 anos. Por isso, é o piloto mais jovem a vencer um Grande Prêmio da categoria. Este blogueiro que vos escreve teve a sorte de fazer um artigo sobre a primeira vitória desse alemão e agora escreve também a respeito da segunda. Ah e foi a vitória de número um do time Red Bull.
Apesar das intervenções do Safety Car na prova, o conterrâneo de Michael Shumacher sobrou e muito. Vettel sempre mantinha uma diferença (crescente) de adversários como Button e Barrichello. E por falar em Barrichello... logo no início da corrida, que começou com o Safety Car devido a forte chuva, ele deu uma escapada e perdeu a quarta posição para seu companheiro de equipe Jenson. O que é pior, em nenhum momento o brasileiro procurou ao menos incomodar o inglês. Resultado, Button abriu grande distância de Rubinho conforme a corrida foi desenrolando. No final, Button ficou em terceiro e Rubinho em quarto. Outra conclusão que tiramos é a seguinte; Barrichello tem de começar a frequentar posições a frente de Button. Caso o contrário, logo logo a equipe vai optar pela preferência de um dos pilotos. Os brasileiros não vao gostar nadinha...
Um fato importante a ser relatado é a falta de competência somente da Ferrari. Diferentemente de outras temporadas, principalmente a passada, em que eventualmente Ferrari e Massa erravam- e os responsáveis pela transmissão pela tv aqui no Brasil apenas atentavam-se aos erros da equipe. Felipe passou o sinal vermelho? Besteira, isso não é nada! A culpa é mesmo da Ferrari! Entretanto, leitor, aqui as coisas não são bem assim. Aliás, a culpa, nessas temporadas, tem de ser dividida entre o piloto brazuca e a equipe. Nesse início de temporada 2009, o grande culpado é, de fato, o pessoal da equipe. Felipe já abandonou por perda de motor e agora por causa de uma queda dos serviços eletrônicos. Isso mesmo, o carro, de repente, como que num surto, parou de funcionar. E o brazuca vice do ano passado teve de estacionar o carro na parte esquerda da pista, num momento em que ocupava a terceira posição e tinha a visível possibilidade de lutar pelo pódio. Mudar, a Ferrari já mudou. Para pior. Seria esse o momento de trazer novos estrategistas... mas isso não ocorre num piscar de olhos... embora ainda haja tempo para a equipe melhorar no campeonato. Esse é o pior início de temporada da Ferrari em quase 30 anos.
O outro brasileiro nem vale a pena comentar muito. Ficou lá atrás o tempo todo, errou a entrada do pit lane e findou por abandonar a corrida. Uma tristeza só. Para Nelsinho perder o emprego na Renault basta apenas um passo. Claro, em falso. E pode ser no próximo fim de semana, no Bahrein.
Um fato relevante é a pífia apresentação da BMW. Tinha-se espectativas de um fim de semana melhor para a equipe. Destaque para Kubica, que vinha mal quando foi atingido por um foguete em sua traseira. O foguete atende pelo nome de Jarno Trulli. O piloto BMW vinha lento na pista e o italiano chegou a escalar a parte de trás da BMW. Foi apenas um susto, nada demais ocorreu com os dois.
A Mclaren foi ótima na prova. Kovalainen, mais pesado, beneficiou-se por causa da estratégia. Chegando em quinto, ainda no final ele apertou Rubens Barrichello. Hamilton fez boas ultrapassagens e também exagerou em certos momentos. Mostrava-se afoito e escapou algumas vezes. Sexto lugar para ele.
Das equipes com difusores mais avançados, apenas a Brawn foi bem na corrida. A Toyota fez o comedido sétimo lugar com Glock. O outro representante da marca japonesa, Trulli, como já foi dito, acidentou-se com o polonês Kubica. Fechando os oito primeiros, apareceu Buemi, que fez uma corrida correta e pontuou com a Toro Rosso.
Quanto ao Alonso, que largou em segundo, não obteve uma boa estratégia e foi prejudicado pelas entradas do Safety Car. Chegou a ficar novamente na zona de pontuação, mas acabou rodando e ficou na nona posição.
Faltou falar de Kimi Raikkonen. Esse foi ultrapassado 3 vezes por Lewis Hamilton. Pode?! O narrador Galvão Bueno chegou a dizer: "quem quer ultrapassar uma Ferrari?". Kimi terminou terrivelmente a prova. Desse modo, a Ferrari não pontuou.











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