Home Data de criação : 08/09/07 Última atualização : 09/05/15 17:09 / 49 Artigos publicados
 

Vettel e Alonso roubam a cena, as atenções e a primeira fila da Brawn  escrito em sábado 18 abril 2009 07:44

Madrugada do dia 19. Como de praxe, tudo o que acontece nesse horário no blog, só pode ser uma coisa: Formula 1. Dessa vez, o circo foi para a China.  Brawn, Willians e Toyota continuariam as favoritas para o treino, uma vez que essas equipes montaram um projeto com os difusores ainda na pré temporada e, por conseguinte, possuem difusores mais avançados em relação as demais equipes. Isso influencia a aerodinâmica e aumenta o rendimento do carro. Mas como Formula 1 não é uma ciência exata, não foi bem isso que sucedeu-se.

 No treino oficial de sexta feira,  obtivemos uma surpresa já no Qualifying 1; Robert Kubica, da BMW, ficou de fora do Q2. Fato muito estranho, uma vez que a equipe BMW estava melhor cotada para o treino. Para andar mal dessa maneira, Kubica deve ter tido algum tipo de problema, certamente. Outros pilotos que ficaram fora, Sutil e Fisichella, da Force India (sem surpresas), Nelsinho Piquet (como sempre, muito mal) e Bourdais, da Toro Rosso. Por falar em Bourdais,  fala-se muito na equipe o nome  de Bruno Senna para substituir o francês, segundo Galvão Bueno. O fato é que Bourdais não vem apresentando-se bem. É bom lembrar que Bruno ainda não assinou com nenhum time da DTM.

No Qualifying 2,  foi a vez de outro brasileiro ir mal: Felipe Massa. Ele ficou somente em décimo terceiro, enquanto seu companheiro de equipe, Kimi, classificou-se para o Q3, a "superpole". Ocorreram outras decepções; Nakajima e Glock. Os carros deles possuem difusores mais avançados e mesmo assim os pilotos ficaram pelo caminho, ao contrário de seus respectivos companheiros de equipe. Heidfeld foi outra decepção. Esperava-se mais do alemão da BMW. Kovalainen ficou de fora também, mas ele fez o que pode, diante das limitações da McLaren.  O companheiro de equipe dele, Hamilton, que é um fora de série, conseguiu entrar no Q3.

Na terceira parte do treino, tivemos surpresas ainda maiores. Vettel, dizia, pelo rádio, para sua equipe: "Sim, sim, sim, nós conseguimos! A pole position!!"  Isso mesmo senhores, Vettel, da Red Bull, larga na ponta. Alonso supreendeu a todos e larga em segundo, mesmo sem ter um carro excepcional. Ele deve estar com pouco combustível. Em terceiro, outra Red Bull, Webber, confirmando o grande treino realizado pela equipe. A Brawn vem com Barrichello em quarto e Button em quinto.  É a primeira vez que Rubinho larga na frente de seu companheiro na temporada. Trulli é o sexto, Rosberg o sétimo. Toyota e Williams ficaram a quem de seus potênciais. Raikonnen foi oitavo  e Hamilton o nono colocado.

Quando todos apostavam numa briga caseira de Rubens e Button, Vettel voou baixo e roubou a cena. Certamente esse será um dia inesquecível para ele, quando ele fez a segunda pole da carreira. Já as McLarens e as Ferraris continuam meras coadjuvantes. Pois é, demora-se um tempo para desenvolver um novo projeto, isso não ocorre do dia para a noite...

 

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Treino do Corinthians e a entrevista coletiva do Mano  escrito em quarta 15 abril 2009 22:49

O Corinthians realizou o treino de reconhecimento do gramado do estádio Morenão, em Campo Grande, na tarde do dia 14 de abril, terça feira, em preparação ao jogo contra o Misto pela Copa do Brasil. O treinamento foi muito leve e descontraído. Primeiro, houve um rachão. Logo depois, cruzamentos, pela ponta esquerda e pela ponta direita. Jorge Henrique, Dentinho, Souza, André Santos, os zagueiros William e Chicão participavam das finalizações.

Os jogadores iniciavam um bate bola no meio do campo enquanto a entrevista coletiva do técnico Mano Menezes começava.

Vamos a ela:

Repórter: Mano, fale sobre o estado do gramado e o público, o cenário que vocês encontraram para o jogo de amanhã (hoje).

Mano Menezes: Essa presença de público é uma regra onde o Corinthians vai. Estivemos aqui fazendo um amistoso com o CENE, antes da segunda partida contra o Goiás pela Copa do Brasil e o público é muito parecido. As pessoas querem sempre estar muito perto dos jogadores, pedir um autógrafo, tirar uma foto. Nós não podemos atender a todos, mas procuramos atender com respeito, exatamente por eles terem vindo numa quantidade considerável para assistir um treinamento. O Gramado é um pouco duro, talvez amanhã ele possa ser molhado antes do jogo. Isso ameniza um pouco a condição. O gramado está como da outra vez (na ocasião do jogo do Corinthians com o CENE). Não adianta reclamar, isso não resolve. Nós não vamos mudar o gramado de hoje para amanhã. Temos de saber jogar de acordo com a característica de cada jogo.

Repórter: Você só não trouxe o Ronaldo, da chamada “força máxima”. Vai ser posto em campo a força máxima mesmo? E o que foi pesquisado em relação ao adversário, o Misto?

Mano Menezes: Foram três jogos de observação; os dois jogos com o Campinense, o Misto mudou um pouco, até pela dificuldade que vem enfrentando no campeonato estadual. Observamos o jogo diante do Operário, pela última rodada. O Misto é uma equipe que certamente estará muito motivada, empolgada, porque são assim os jogos da Copa do Brasil e nós temos de estar fortes. Não vamos colocar uma equipe já pensando no domingo, vamos colocar uma equipe focando o jogo da Copa do Brasil, porque nós precisamos, no mínimo, levar a uma condição boa para decidirmos o segundo jogo em casa.

Repórter: Algum jogador do time do Misto chamou a sua atenção, para que possa ser feito algum tipo de marcação nesse jogador?

Mano Menezes: Eu não gosto de individualizar, mas os dois meias do Misto dão trabalho, se movimentam muito. Eu não acredito em futebol individual. Se for individual, marca-se individualmente e acaba-se com o jogador. É equipe contra equipe. O Misto vai jogar “esperando um pouco”, voltará atrás da linha da bola, pois é assim mesmo que se joga, principalmente num primeiro jogo, em que se tem a possibilidade de ter um segundo jogo. Teremos de ter paciência e ao mesmo tempo acelerar o passo, para furarmos essa marcação forte e tentarmos colocar os nossos jogadores de ataque em condições boas para marcar.

Repórter: Sem o Ronaldo, o técnico do Misto, Amarildo Carvalho, disse que viriam menos torcedores do Corinthians e ele mudaria o esquema de jogo do Misto. Ele disse que irá segurar o time atrás e sair no contra-ataque.  Isso pode mudar o seu pensamento?

Mano Menezes: Não, em termos de posicionamento tático não vai mudar muito. O Misto tem jogado com uma linha de três atrás. Essa linha de três pode virar dois zagueiros porque um deles pode tornar-se volante, como aconteceu diante do Operário. Nós vamos tentar não deixar isso acontecer, porque caso contrário, deixaria o Misto numa condição mais forte de ataque. O Corinthians é diferente do Operário. Então, muda-se o comportamento do Misto, logicamente.

Repórter: Você acredita que os jogadores do Corinthians conseguem virar a página, não pensar no jogo do próximo domingo contra o São Paulo, até mesmo pelo clima de rivalidade que aconteceu no domingo passado? Você se surpreendeu com o fato de o São Paulo ter viajado com o time reserva para a Colômbia?

Mano Menezes: Não me surpreendeu porque aquele discurso do início, de que o Campeonato Paulista era “meio meio”, em que muita gente acreditou, nós nunca acreditamos. Um time grande como o São Paulo quer vencer tudo e nas últimas semanas eles deixaram bem claro que o Paulista é muito importante também. Tenta-se priorizar cada momento e o São Paulo entendeu que deve fazer assim. O Corinthians deve entender como se comportar no jogo de amanhã (hoje) e depois, na quinta feira, nós pensamos um no outro.

Repórter:  O desfalque do Rogério Ceni teoricamente favoreceria ao Corinthians. Como profissional, de que maneira você viu essa lesão do Rogério Ceni?

Mano Menezes:  Com tristeza, porque é uma lesão grave num grande jogador, que tem o maior tempo num único clube no Brasil, nos últimos anos. Nós queremos ver os grandes jogadores participando dos grandes jogos, como foi o caso. Marca-se a saída de bola e o Rogério faz a saída de bola. É diferente. Ele é um cobrador de faltas, é uma referência, é o capitão da equipe. Obvio que foi uma perda muito importante num momento como esse.

Repórter: O que significa vencer o jogo por dois gols de diferença, que tipo de tranqüilidade é trazida ao Corinthians que pode disputar uma final do Paulistão?

Mano Menezes: Eu vejo a Copa do Brasil sempre com o mesmo cuidado. Primeiro, pensar em fazer o resultado simples. Não pode-se inverter a ordem das coisas. Isso pode atrapalhar o jogo.

Repórter: Mano, a Copa do Brasil é o grande objetivo do Corinthians no primeiro semestre, já que o ano que vem é o ano do centenário do time?

Mano Menezes: A Copa do Brasil é o objetivo do Internacional, do Vasco, do Flamengo e de todas as 64 equipes que a disputam. Nós não podemos priorizar um só campeonato e entramos nos campeonatos para tentar vencer todos.

Repórter: O Corinthians tem em vista alguma contratação feita pela diretoria para o início do Brasileirão?

Mano Menezes: O Campeonato Brasileiro ainda está muito longe, nós temos de disputar o Campeonato Paulista e o resto da Copa do Brasil. Não pensamos em contratações no momento, até mesmo porque temos uma boa base e bons jogadores no elenco, fato que nos dá tranqüilidade para seguir em frente.

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O Brasil dos injustiçados  escrito em segunda 06 abril 2009 04:51

No meio da semana passada, a seleção brasileira jogou no Beira Rio, contra o fraquíssimo Peru, pelas Eliminatórias da Copa 2010. Kaká voltou a jogar e foi logo entrando na posição de Ronaldinho, que por sua vez, ficou no banco.  Kaká se movimentou bem para quem estava em recuperação. Robinho não fez um bom jogo. O Brasil acabou vencendo por 3 a 0, sem dar espetáculo. Alexandre Pato entrou perto do final e não fez quase nada.  Ronaldinho entrou no decorrer do jogo e também não disse a que veio. Após o segundo gol, o Brasil foi levando o jogo no "banho maria". Isso até Felipe Mello fazer um gol aos trancos e barrancos. Essa rápida análise da partida nos serve de gancho para o assunto central desse artigo; quais os jogadores não chamados por Dunga poderiam ajudar a seleção a não repetir atuações desastrosas como a partida contra o Equador e medianas contra o Peru?

Comecemos por partes, como diria o açogueiro. Na titularidade do gol brazuca não se ve problemas. Julio César é absoluto, sem contestações. Na reserva, não é possível dizer o mesmo. Caro visitante do blog, você alguma vez já pensou que, caso Julio César venha a contuntir-se seriamente, o goleiro do Brasil na Copa do Mundo será Doni, da Roma?  É por isso que iniciamos a lista. Se quiser optar pela juventude, Dunga poderia escolher Gomes, do Tottenhan (apesar da péssima temporada do clube), ou Diego Cavalieri (reserva de Reina no Liverpool). Apesar de ser reserva, ele é um grande goleiro e poderia ser uma opção para o banco da seleção.  Sabemos que Dunga não opta pela experiência, então "São Marcos" e Rogério Ceni nunca frequentaram as convocações do anão, digo, do Dunga. Embora ele insista na convocação do veterano Gilberto Silva... mas isso é assunto para depois.

Vejo problemas na lateral esquerda. Marcelo vem sendo chamado, a exemplo de Kléber. Ambos os casos são indevidos. Marcelo joga, há certo tempo, na posição de meia no seu clube, o Real Madrid.  Kléber começou a ser chamado por Dunga quando atravessava a pior fase da carreira, ainda jogando pelo Santos. E frequenta a seleção até hoje. Agora o blog pergunta: o lateral esquerdo do Liverpool, Fábio Aurélio, não agrada o Dunga? Ou melhor; o "treinador da seleção" ve jogos do Fábio Aurélio? O jogador dos Reds é um Jorge Wagner melhorado, cruza muito bem, marca com eficiência e bate boas faltas.  Caso não saiba Dunga, o campeonato inglês é transmitido brilhantemente pela ESPN. Ah, lembrei, você e o seu querido chefe e presidente  não gostam nenhum pouco do referido canal...

Problemas sérios ocorrem (insistentemente, aliás) na convocação de volantes. Essa é a posição mais defeituosa da era Dunga. Voltamos àquele que fugiu da Inglaterra com o rabo entre as pernas, após perda de espaço no Arsenal para Fabregas e Flamini na época e foi parar no futebol grego. Gilberto Silva. Meu Deus. Errar uma vez é humano. Insistir no erro, é atestado de ignorância. Que tal lembrarmos alguns bons volantes, como Lucas do Liverpool,  Denílson do Arsenal,  e principalmente, Ramires e Hernanes que atuam no futebol brasileiro? O outro "cão de guarda", Felipe Melo vem jogando bem pela Fiorentina, mas acho que todos os jogadores citados e não lembrados por Dunga são melhores que ele. Não que Felipe seja um mal jogador. Ele, de fato, é eficiente. Seria o caso, na opinião do blog, de um reserva muito bom.

Os meias, atacantes, zagueiros e os dois laterais direito vem sendo bem convocados. Talvez uma não convocação de Ronaldinho faria bem à ele. Se bem que somente ele pode se ajudar, como já foi dito aqui no blog.

O Dunga até poderia chamar os injustiçados aqui lembrados. A seleção melhoraria um pouco. Mas de que adianta chamá-los, se não há quem os treine decentemente? Dunga, o Jorginho não sabe tudo a respeito de treinamentos e tática, ao passo que ele não pode acumular essa função, uma vez que não é você, Dunga, que treina a seleção; ela o treina.  Que tal ser capacho do Ricardo Teixeira em outra área, Dunga? Como você não sairá tão cedo... talvez depois de 2010.

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O melhor dos melhores  escrito em segunda 06 abril 2009 03:47

O goleiro da Internazionale vem numa excepcional fase e não é de hoje. Há algum tempo Julio César vem fazendo apresentações incríveis, seguras e convincentes. Apenas citando alguns exemplos recentes, o primeiro jogo da Inter contra o Manchester United pelas oitavas de final da Champions League e a partida da seleção brasileira contra o Equador, pelas eliminatórias da Copa. Em ambas as oportunidades o goleiro fechou o gol, impedindo goleadas. Assim sendo, uma discussão desencadeou-se na mídia esportiva brasileira; Júlio César seria o melhor goleiro do mundo atualmente?

Há de ser lembrado alguns nomes importantes; Van der Sar, que atravessa a melhor fase da carreira em pleno de seus 40 anos. Um ponto a favor do holandês é que ele pode fazer história nessa temporada, ao levar todos os canecos possíveis para o United. E claro, Van der Sar segue vivo com seu time na busca pelo título da Champions League. Petr Cech é outro candidato fortíssimo. Porém de passado recente condenável. Quando Big Phill (assim era chamado o técnico Felipão pelos ingleses) estava no comando do Chelsea, o goleiro tcheco levava gols bisonhos, pareceia não esforçar-se ao tentar efetuar uma defesa. Lances estes impossíveis de ocorrer na época de José Mourinho e Avram Grant. Com o holandês Guus Hiddink, Cech voltou a ser um goleiro de ponta. Aliás, Ballack e Drogba também faziam a linha "lenga lenga"nos tempos de Felipão. Voltando aos arqueiros, Buffon é outra opção, mas seu clube está a nove pontos da primeira colocada Inter no Campeonato Italiano. Mesmo assim, o goleiro da Juventus tem uma grande presença, é um nome incontestável. 

Esses goleiros são o que há de mais competente no momento do futebol mundial. Mas um deles está destacando-se um pouco mais que os outros. Esse goleiro é o brasileiro Julio César.
Que momento maravilhoso ele passa... defesas rápidas, certeiras, milimétricas,  os erros são praticamente inexistentes.

Agora e quanto ao melhor goleiro mesmo? Não o melhor do momento, mas no montante da carreira. Essa é uma discussão que, certamente, pede outro artigo. Porque o papo vai longe.

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Mais um centenário, meu povo!  escrito em domingo 05 abril 2009 00:56

Hoje, alguns torcedores vão tomar cerveja, comer churrasco de costela e beber muito chimarrão. Tudo isso porque o Sport Club Internacional comera o seu centenário. No dia 04 de abril de 1909 o clube fora fundado por migrantes paulistas. Ao chegarem em Porto Alegre, eles tentaram associar-se ao Grêmio. Por questões preconceituosas relacionadas a tonalidade da pele, o grupo foi proibido de ser sócio do tricolor gaúcho. Por outro lado, acabaram fundando um clube de futebol, o Internacional.

A história do Inter remete-nos a vários jogadores importantes e memoráveis: Carlitos (o principal artilheiro do futebol do RS, com 485 gols), Dorinho, Figueroa, Falcão, Bodinho, Claudiomiro, Fernandão,  Mauro Galvão, Paulo César Carpeggiani, Taffarel e Rafael Sobis. Esses jogadores ajudaram a elevar a entidade Internacional à glória, que viria a base de títulos.

A década de 1970 foi importantíssima e vitoriosa para o Inter.  Dos oito campeonatos gaúchos seguidos vencidos pelo Inter, 7 foram nessa década (1969 a 1976). Essa foi a maior série de conquistas consecutivas já vista no Gauchão.  Em 1969, foi construído o Gigante da Beira Rio e na década seguinte, o estádio viu o Inter ser campeão brasileiro 3 vezes;  em 1975, 1976 e 1979.

O Internacional voltaria a ganhar títulos de fato relevantes no novo milênio. Fazendo jus ao nome, o colorado venceu várias disputas internacionais e internacionalizou-se, acabando, de uma vez por todas, com as gozações dos rivais gremistas. Os tricolores diziam que de Internacional, o colorado só tinha o nome. Pois bem, em 2006, veio a Copa Libertadores e no fim do mesmo ano, o título do Mundial de Clubes. Em 2007, a conquista da Recopa Sulamericana e em 2008, o veio o último título que faltava ao futebol brasileiro: a comedida Copa Sulamericana. Apesar de não ser uma copa visada pelos brasileiros e de não ter muita importância, o título da Sulamericana deu ao Inter a posição privilegiada de ser o único no Brasil a ser campeão de todos os campeonatos que são oferecidos atualmente.

No começo de 2009, o Inter contava com cerca de 85 mil sócios. Todo mês os associados contribuem com uma quantia de 20 reais para o clube. Como resultado, o Internacional recebe um montante por volta de 20 milhões de reais por ano. Essa é uma alternativa bastante interessante e inteligente para a receita do clube, uma vez que impede, por exemplo, a venda de algum jogador fundamental do time. Ao invés de vender jogador, recebe-se do torcedor, que é sócio. O colorado é o clube de maior número de sócios em toda a América.

Podem comemorar, torcedores colorados. Afinal de contas, hoje é o vosso dia, é o dia do Internacional. E amanhã, a comemoração pode continuar, porque tem Gre-Nal. Lembremos o fato de que o Inter tem tudo para ser o campeão do Gauchão e vencer também a Copa do Brasil, pois é um dos grandes favoritos. E aí, há alguém disposto a segurar?

 

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